Quando se sentava na pedra junto aos silvados, junto ao rio, perto do carreiro que levava ao monte e olhava em redor. João sentia uma espécie de força na brisa que passava sem pedir licença, no exercício livre da sua simplicidade.
Assim ficava, muitas vezes de olhos fechados, a sentir.
Publicado por joão sem medo em dezembro 3, 2003 12:30 PMDedicatória
" por falta de um inventor
perdeu-se um invento
por falta de um invento
perdeu-se um produto
por falta de um produto
perdeu-se uma empresa
por falta de uma empresa
perdeu-se uma fábrica
por falta de uma fábrica
perderam-se milhares de empregos
por falta de milhares de empregos
um país perdeu seu futuro
tudo por falta de um inventor"
autor anónimo
www.invento.web.pt
Afixado por: fernando nogueira gonçalves em dezembro 20, 2003 05:06 PMPortugal está triste,... os portugueses andam tristes, o fado é triste …que me perdoem os fadistas mas, …não há por aí uma marcha?
Afixado por: fernando nogueira gonçalves em janeiro 16, 2004 03:07 PM