No tempo das grandes batalhas. Quando os homens se diziam bons a Honra tinha carácter de selo vitalício. De verdade primeira. Isso era no tempo dos homens que não sabiam escrever e da bravura que só exigia acertos de Honra em última instância. Foi assim que João tinha aprendido na escola.
Os Choraquelogobebences não eram muito letrados e as escolas não eram normais, mas aprendiam coisas simples na natureza com os bichos e alguns provérbios com muitos anos.
Dito isto para acertar a razão pela qual João conseguia ter estes pensamentos encostado a um pé de uva morangueira, continuou o nosso heroi a divagar (depressa) sobre estas andanças da Honra.
Sobre a dita era mais fácil pensar em antigos e cavaleiros e armaduras e homens de florete a duelar atrás do Convento do Sagrada Coração. Agora era tão difícil encontrar sentido para uma palavra tão exigente. Era como se qualquer lobo, ou gato, ou lagarticha pudesse dizer perante as suas vítimas - cordeiro, rato ou mosca. "Juro pela minha honra que não o vou comer". Os bichos aprendem depressa os hábitos dos homens.